Publicado por: NOVA TERRA | 2014

retrospectiva 2013

As estatísticas WordPress.com macacos auxiliares preparou um relatório anual de 2013 para este blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 27,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 10 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Publicado por: NOVA TERRA | 2013

Voluntários Orgânicos

Voluntários Orgânicos.

Publicado por: NOVA TERRA | 2013

Sobre

Sobre.

Publicado por: NOVA TERRA | 2012

Postado originalmente em :

Visando ampliar nosso trabalho em Permacultura, estamos iniciando uma Nova Estação – Ecosítio NOVA TERRA – no Rio Grande do Sul no município de Maquiné, e a partir de AGORAtransferimos todos os nossos esforços para lá. Portanto siga o nosso trabalho através da Logo abaixo e venha Permaculturar conosco !

LOGO ECOSITO MQ RS BR

E AGORA A CASA COLMEIA SE TORNA UM PORTAL

DE INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO EM PERMACULTURA

logo marca  2011 casa colmeia

Amigos pedimos a sua compreensão a CASA COLMEIA está passando por um período de transição de suas intenções. Me dediquei a este trabalho da estação por 4 anos sem parar. Os amigos que por aqui passaram neste tempo sabem o tanto de coisas que aqui fizemos.

Da mesma forma criei este site a 4 anos e aqui divulguei tudo o que se passava na Estação Casa Colmeia. Agora é hora de mudar, e estamos mudando este site de uma Estação de Permacultura real ela…

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Publicado por: NOVA TERRA | 2012

Postado originalmente em :

Uma Estação de

ARTE RECICLAGEM, BIOCONSTRUÇÃO E PERMACULTURA

Doméstica !


CASA COLMÉIA - Projeto de Vida Como Obra de Arte

Assentamento Humano Permacultural Familiar

A Casa Colméia nasceu em Fevereiro de 2009 da iniciativa de um Projeto de Vida Como Obra de ArteAssentamento Humano Permacultural Familiar – proposto pelo artista-ativista .

A Casa Colméia tem o propósito de desenvolver uma nova forma de compreensão, percepção, vivência-aprendizagem e organização de aspectos básicos da vida humana como a Produção e a Segurança de nossos alimentos em casa, a criação de Bio-Construções coletivas com arte, materiais naturais e reciclados, elaborar e disseminar formas de Economias e Culturas solidárias e Livres, usar e divulgar o uso de Energias limpas e apropriadas, viver com Saúde e Bem estar Fisico-espiritual, propor e ativar uma Educação sustentável, numa escala prática-humana, baseada na vida doméstica.

Fundada com bases na Arte, na Permacultura e na Bioconstrução…

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Publicado por: NOVA TERRA | 2009

Coletivo Permacultores

QUE 2012 SEJAMOS MAIS COLETIVOS E SUSTENTÁVEIS EM NOSSAS AÇÕES

NOVA TURMA PARA SETEMBRO DE 2012 – INFORME -se PELO e-mail da casacolmeia@hotmail.com

NOVO DVD TUDO DE BANHEIRO SECO


“Se tomamos tempo para interagir com a natureza podemos desenhar soluções aptas para nossa situação particular.”



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O PDC DE INVERNO 2012

Permaculture Design Certificate (PDC) course

de 06 a 15 de JULHO – INVERNO

O CURSO COMPLETO DE DESIGN EM PERMACULTURA

Permaculture Research Institute of Australia

São mais de 90 horas intensivas de Formação (prática e teórica) em Design em Permacultura. Desenvolvido na Estação de Permacultura Residencial Litorânea – CASA COLMÉIA e Cumprindo o Currículo Exigido Internacionalmente – O Curso será Organizado e Facilitado pelo Coletivo Permacultores , um grupo Transdiciplinar de Designers em Permacultura, Oceanógrafos, Geólogos, Arte Educadores, Agricultores, Estudantes e Comunidade Local. RESERVE SUA VAGA AGORA POIS PARA NESTE CURSO OFERECEREMOS UM TOTAL DE 15 VAGAS MAX.

Conteúdo Programático:

Histórico, éticas e princípios da PermaculturaSabedorias e Padrões da Natureza- Metodologias de Design em PermaculturaEstudo do Solo e Suas Qualidades Intrínsecas- Manejo Sustentável da Terra e da ÁguaClima e Micro Climas EspecíficosAs Plantas e Suas Interações com o Meio- Animais na Permacultura A Cozinha Sustentável - Energias Renováveis e Tecnologias ApropriadasEspaço Construído, Bioconstruções e Construções Sustentáveis Estratégias Alternativas E Ecológicas para uma Sociedade GlobalGestão e Educação SustentávelSaúde e Bem Estar Físico e EspiritualParto em Casa e Aleitamento Materno e outras temáticas que serão abertas.

Valor: R$ 750,00 Profissional e R$ 550,00 Estudante – parcelado em até 3 X.

INCLUI: 10 dias de Vivência Imersiva em Grupo + Certificado PDC (Permaculture Design Course) + 90 H/Aulas Teóricas e Oficinas Práticas + Alojamento Coletivo + Alimentação Integral + Materiais Didático (kit ecopedagógico)

MAIORES INFORMAÇÕES: permacoletivo@hotmail.com ou casacolmeia@hotmail.com

http://www.casacolmeia.wordpress.com

Estação de Permacultura Doméstica

Vivência para quem quer construir com as próprias mãos !


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A Jornada da Permacultura se inicia a partir das éticas e dos princípios de design, e percorre os domínios fundamentais necessários para a criação de uma cultura de sustentabilidade. O caminho evolucionário em espiral reúne todos estes campos de domínio, iniciando por um nível pessoal e local e evoluindo para um nível coletivo e global.

Um Guia Ecopedagógico da Permacultura


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Publicado por: NOVA TERRA | 2008

O que Dizem os Voluntários In PDC

Ju,Tete, Dani, Fil e Gui.

PermaColetivo, como vai?

Sobre os dias que passei com vocês, já contei mil coisas a tantas pessoas, que agora só está faltando contar ao Coletivo o que eu achei do  Coletivo, rssrs.

Tenho um amigo que usa uma imagem para descrever a si próprio que, apesar de cômica, é bem realista. Se não coubesse tão bem a ele eu tomaria (na verdade tomo) emprestada para me descrever também – uma pessoa que está SEMPRE caindo, escorregando,tropeçando,babando, derrubando ou esbarrando em alguma coisa. Hehehehe, este é o retrato da primeira voluntária que apareceu na história do Coletivo.  Felizmente isso não impediu que eu aproveitasse muito bem a vivência com o Permacoletivo. Pelo contrário, tive a riquíssima e única oportunidade de conhecer e acompanhar pessoas que reinventaram formas de viver, produzir e se relacionar, vocês não têm idéia do valor inestimável que isso teve para mim.

O pouco tempo que passei em Bragança me deu uma dimensão muito clara, e assustadora, do quanto eu já havia absorvido a filosofia perversa da individualização, da burocratização, do convencional, do senso comum, da hierarquia, do “cada um por si”.

Conforme os dias foram passando a deliciosa não-rotina do permacoletivo, aliada à amorosa paciência que todos tiveram com minhas limitações de yuppie, me desintoxicou de tanto cartesianismo e acabou transformando tudo era novo para mim – de dividir o dormitório e ajudar no preparo da comida a tocar a terra e manejar esterco – em íntimas e desejadas formulações de convivência/ atividade.

Outro fator que fez toda a diferença foi o momento do coletivo que eu tive a chance de acompanhar e que só acrescentou à minha compreensão da Permacultura o quanto ela é libertadora, revolucionária, humana, contínua e incompatível com o corporativismo ou o ganho imoral.

Por conta dos acontecimentos o plano de ação previsto ficou de lado, mas eu até preferi assim pois, se por um lado deixamos de fazer algumas coisas, por outro pudemos desenvolver o que o timming da situação oferecia, e eu adoro isso! (vou contar um segredo – quando ficou acertada minha ida para conhecer o Coletivo e o Ju enviou o plano de ação eu me assustei um pouco, rsrs. Tenho uma ligeira ojeriza a cronograma, horários pré-estabelecidos pra fazer as coisas e aquela tabela com hora para acordar, comer e desenvolver as atividades me fez pensar, por um instante, que iria passara os dias num pequeno regimento).

Acho que o modelo formatado da minha estadia, no espaço-tempo-contexto que havia foi muito proveitoso, pois não apenas extraí conhecimento do conteúdo teórico e das práticas desenvolvidas, mas de cada conversa informal na mesa do almoço, na Elba (que eu não fui embora sem ter passado pela honra de empurrar! hahaha) ou com as outras pessoas que se relacionaram com o Coletivo nesses dias. O valor de contribuição que dei foi irrisório diante da contrapartida do Coletivo, não só quanto ao programa, mas o aconchego das acomodações, a recepção (nem imaginam o quanto me senti feliz ao ver a casa toda na rodoviária pra me receber), a comidinha supimpa da galera e ainda aquele sorvetinho o bixo do Tico.

Como não poderia deixar de ser, a experiência com a bike foi um episódio à parte!  Hahahahahhahaha, me arranhei toda, mas foi bacana depois que passou e, lógico, contei pra todo mundo, como se tivesse realizado um grande feito.

Por falar em contar pra todo mundo, assim que o Coletivo fizer uma paradinha estratégica em algum porto, avisem e preparem-se para receber mais voluntários, dois amigos meus já se interessaram! Eu, embora ainda tenha muitas premissas a desenvolver para me lançar à Permacultura, estou sempre à disposição do Permacoletivo, como voluntária e colaboradora… precisando de uma jornalista, estou aí!

Antes de voluntariar com o Coletivo minha experiência com a Permacultura se resumia a um fim de semana num sítio em  Botucatu. De certa forma o InPDC foi um divisor de águas na minha compreensão da Permacultura (e da própria Terra! Também das interações, dos espaços físicos e simbólicos de convivência, dos processos de transformação, na noção de projeto etc), uma interiorização de fato!

Ah, também serviu para corroborar uma tese que eu havia formulado quando visitei aquele sítio lá em Botuca – a Permacultura ‘enlindece’ as pessoas, kkkkk, o Coletivo é belo por dentro e por fora. Fiquei de cara com vocês….

Besos, besos.

Ângela

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